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A maioria dos problemas jurídicos em transações imobiliárias não começa com má-fé do vendedor. Começa com desinformação. O comprador não sabe o que perguntar, o vendedor não sabe o que divulgar, e o corretor tem incentivo para fechar o negócio. Nesse contexto, riscos reais passam despercebidos até aparecerem — geralmente depois que o dinheiro já foi pago e a escritura já foi assinada.

Identificar esses riscos antes da compra é exatamente o propósito da due diligence imobiliária. Mas entender quais são os riscos mais comuns ajuda o comprador a fazer as perguntas certas mesmo antes de contratar uma análise jurídica formal.

Os 6 riscos mais comuns que passam despercebidos

Primeiro: penhoras judiciais não registradas na matrícula. Segundo: dívidas tributárias do vendedor que contaminam a transação mesmo sem registro. Terceiro: cadeia dominial com transmissões informais que tornam a titularidade disputável. Quarto: construções sem habite-se que impedem financiamento e reduzem o valor de revenda. Quinto: terrenos de marinha com foro e laudêmio não informados. Sexto: quotas em inventário aberto que impedem a venda regular.

A segurança do seu imóvel começa com uma conversa. Nossa equipe atende em Vila Velha e para brasileiros no exterior — presencialmente ou por videoconferência.

Autora
Dra. Samira Queiroz